quarta-feira, 20 de maio de 2015

Três perguntas para... Renato Rainha

Imagem da Internet
Rainha: o futuro a Deus pertence

Presidente do Tribunal de Contas do DF, Renato Rainha tem adotado uma rotina intensa de trabalho, que concilia técnica e política. Características que acumulou na carreira de delegado da Polícia Civil e no mandato de deputado distrital. O objetivo de Rainha é tornar o TCDF protagonista nas decisões sobre o rumo do DF. Sobre isso ele responde às "três perguntas do dia..."


CB - O TCDF está mais ativo ou os gestores públicos estão errando mais?
Renato Rainha - O Tribunal de Contas do Distrito Federal busca, anos após ano, aprimorar suas atividades e se tornar cada vez mais eficiente, quer capacitando constantemente seus servidores, quer aprimorando os instrumentos legais e normativos para bem fiscalizar a aplicação dos recursos públicos e os atos de gestão. Além disso, na busca por transparência, que é uma exigência constitucional, o TCDF tem divulgado as suas atividades e buscado um constante diálogo com a sociedade e a imprensa. Agindo assim, o TCDF escada vez mais atuante na defesa dos interesses públicos.

O que é mais fácil... Ser conselheiro da Corte de contas ou deputado distrital?
Ambas as funções são muito árduas quando exercidas com responsabilidade e total dedicação. Não consigo dizer qual é mais difícil... E olha que conheço muito bem as duas. Como Conselheiro do TCDF – e agora como Presidente – tenho me esforçado para bem desempenhar minhas funções e bem atender a população. O dia é pequeno. Diariamente, eu e minha equipe saímos tarde da noite do Tribunal para darmos conta da nossa missão. E, apesar do cansaço, sinto muita alegria em ver que o Tribunal está cada vez mais próximo da sociedade, tornando-se conhecido e ganhando credibilidade.

Vai se aposentar quanto tiver tempo suficiente ou quando a idade não permitir continuar?
Não sei quando vou me aposentar. Assim que eu sentir que não sou mais útil ao Tribunal e se tiver tempo suficiente de serviço, eu me aposento. Não pedi ainda a contagem do meu tempo de serviço. O futuro a Deus pertence.

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