quarta-feira, 10 de junho de 2015

Três perguntas para... Leila Barros

Imagem da Internet
Leila: aprendi que não vou agradar a todos

Desde que assumiu a Secretaria de Esportes, Leila Barros (PRB) tem superado desafios. O primeiro deles foi  organizar a tradicional Corrida de Reis sem depender tanto do GDF, em razão da crise financeira. Foi um sucesso! Mas esse não é o único tipo de situação que aprendeu a driblar nos últimos cinco meses. Há ainda os percalços da política e, claro, a complexidade da gestão pública. Sobre tudo isso Leila Barros responde às "três perguntas do dia..."


CB- Sentiu que em algum momento queriam te derrubar?
Leila Barros: Na minha carreira como atleta eu aprendi que não vou agradar a todos. As críticas fazem parte do processo. O que eu faço diariamente à frente da Secretaria do Esporte é dar o meu máximo, trabalhando com muito empenho e sempre com transparência.

Como fazer as ações do Esporte sem dinheiro?
Existem programas executados pela Secretaria do Esporte e Lazer que oferecem à população do DF o direito à uma prática esportiva de qualidade. Para isso temos a Escola de Esporte e os Centros Olímpicos e Paralímpicos. Além do Bolsa Atleta e o Compete Brasília que dão apoio aos atletas da nossa cidade. E para a realização de eventos, se for preciso vamos buscar parcerias privadas. Inclusive estamos desenvolvendo ações que são de suma importância para o calendário da Secretaria do Esporte que são, a realização do Prêmio Brasília e os Jogos da Cidade. Para a viabilização desses eventos nós já temos quase 70% dos recursos privados alinhados.

Sobre a gestão das Vilas Olímpicas... Melhor pelo governo ou por organizações sociais?
A construção dos Centros Olímpicos e Paralímpicos do DF foi uma decisão acertada no sentido de promover políticas públicas voltadas ao esporte às comunidades mais carentes da cidade, e por isso cabe a cada gestão cuidar com muito carinho desse projeto.

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