segunda-feira, 6 de julho de 2015

Opinião da semana

Dito popular nem sempre serve pra governar.


Passados cento e oitenta dias o novo governo vem acumulando fracassos. Ruim de gestão, péssimo de articulação, caiu em desgraça junto à população. A saúde é um fiasco, o transporte é um fracasso, a educação tá tão ruim quanto antes, pois permanece nas mesmas mãos do governo passado, a segurança vive de ilusão e a gestão que foi vendida no programa eleitoral como exemplo se perde no emaranhado de interesses que o governador se impôs. Um labirinto sem saída. Seu vice administra várias cidades e não tem sucesso em nenhuma. Gasta mais tempo e energia para administrar vaidades entre nomeados do que pra resolver os problemas das cidades. A coisa tá tão ruim, que além de resgatar a veia oposicionistas de dois deputados petistas, acabou por dar saudade do governo passado. Que de tão nulo ganhou nome jamais esquecido. Isolado, inerte, e incapaz de reagir, o atual governo mas parece fim, do que inicio. No desenvolvimento a privatização e a sombra de Durval Barbosa dão o tom e afastam o empresariado sério. Nem mesmo o esporte e o turismo escapam do marasmo, embora o esforço dos titulares de cada pasta. Não é por outro motivo que a população só tem motivos pra reclamar e assim até mesmo aliados de primeira hora se afastam, com medo de receberem os ônus de um governo mal das pernas. A máxima falem mal mas falem de mim, parece ter contaminado todo o governo e alguém precisa falar ao governador que em política só se tem dividendos quando o povo fala bem. Afinal de contas, no embate eleitoral o ditado popular nem sempre serve como bússola pra governar. No atual governo o que devia valer é: A voz do povo é a voz de Deus.

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