quinta-feira, 16 de julho de 2015

Três perguntas para... Hélio Doyle

Imagem da Internet
Doyle: "crise foi criada pela Celina"

Professor, jornalista, político e cidadão. O misto dessas quatro condições fez de Hélio Doyle uma pessoa destemida. Diz o que pensa e não foge das consequências. Ao longo dos últimos seis meses foi nome forte do GDF. Mas teve que deixar o cargo de chefe da Casa Civil diante das pressões de adversários. Apesar disso, não se distanciou do cotidiano do Palácio do Buriti. Acompanha tudo, dá pitacos pelas redes sociais e ideias diretamente ao governador Rollemberg quando tem oportunidade. Sobre esses e outros assuntos ele responde às "três perguntas do dia..."


CB- O governador ainda o tem ouvido para tomada de decisões?
Hélio Doyle: Não formalmente, mas dou minhas opiniões a ele mesmo quando não pede. Às vezes ele pergunta minha opinião. Somos amigos e companheiros de projeto.

Onde se originou essa crise entre poderes (executivo e legislativo)? 
A crise foi criada pela deputada Celina Leão para se fortalecer entre os colegas deputados e pressionar mais o governo. Alguns deputados querem obter benefícios, legítimos e ilegítimos, e me escolheram como alvo. Tive de me expor, como chefe da Casa Civil e porta-voz, aí fiquei na mira.

Se arrependeu de ter sido tão sincero ao longo dos últimos seis meses?
 De jeito nenhum. Defendo um jeito novo de fazer política e de governar e acho que todas as partes deveriam ser sinceras, transparentes. A velha política é que gosta da mentira e da enganação.

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