terça-feira, 28 de julho de 2015

Três perguntas para... Miguel Lucena

Imagem da Internet
Lucena: o GDF vai mal de inteligência

Delegado experiente, Miguel Lucena ganhou outro papel no atual governo: coordenar um setor criado para monitorar informações que pudessem gerar crise ao Palácio do Buriti. Foram quase sete meses de trabalho. A nova configuração da Casa Civil excluiu essa atividade do rol de atribuições e, com isso, Lucena foi exonerado. Sobre esse e outros assuntos ele responde às "três perguntas do dia..."


CB- Qual era o objetivo do GDF ao criar uma coordenação de Análise da Informação na Casa Civil?
Miguel Lucena: O objetivo era analisar informações  relativas a candidatos a cargos comissionados do GDF e informar ao governo sobre a ocorrência de fatos relevantes de interesse do Estado, como ocupações de vias, invasões de áreas públicas e prédios. O nosso trabalho era de antecipação.

A sua saída do cargo tem a ver com episódio da gravação da reunião com parlamentares?
A minha saída tem a ver com a redefinição do papel da Casa Civil, totalmente  voltada  para elaboração e coordenação  de projetos - com a chegada de Sérgio Sampaio.

O governo Rollemberg está no rumo certo em se tratando de informação e comunicação?
O GDF vai mal de inteligência. É um erro que a esquerda  sempre comete,  por preconceito ou desinformação. Não investe e discrimina. Todas as grandes corporações e os países mais avançados  do mundo investem em inteligência. Inteligência é saber que vai chover e sair de guarda-chuva. É  simples, mas o operador e o decisor estratégico precisam estar  preparados para a missão.

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